JBN Guardanapos Especiais

Dicas

Casamento em Casa: perfeito para uma cerimônia íntima e personalizada

Nada melhor que uma cerimônia íntima e personalizada para poucas pessoas. Essa idéia está se tornando cada vez mais comum. A casa pode ser dos pais do noivo ou da noiva, também vale aquela casa gostosa de algum parente, na praia ou no campo, inclusive.

casamento em casa perfeito para uma cerimonia intima e personalizada

Mas a idéia é conservar a história e a intimidade enriquecidos de muitos detalhes para a cerimônia ter um clima de romance e charme nesse dia tão especial!

Apesar de não gastar com a locação de um salão de festas, você precisará dispor de outros serviços para deixar o ambiente aconchegante e para isso deverá prestar atenção em alguns detalhes, como:

  1. Convites são indispensáveis, mesmo sendo uma cerimônia íntima.
  2. A decoração poderá ser com inúmeros arranjos de flores com fotos do casal na mesa principal, laterais e de entrada, com tons de sua preferência. São usados vasinhos menores como arranjos suspensos, ficam um charme!
  3. Verifique se os convidados ficarão em pé ou sentados para alugar mais mesas, se necessário.
  4. Contrate um serviço de limpeza para um dia antes e depois da festa.
  5. O estacionamento para os carros é importante para a comodidade dos convidados.
  6. A eletricidade, espaço no jardim, possibilidade de instalar tendas e cozinha equipada com infra-estrutura suficiente para não ter dor de cabeça.
  7. O melhor a fazer é avisar os vizinhos com antecedência sobre o barulho.

Existem outros detalhes, mas enumeramos alguns apenas para salientar a importância de um planejamento para que seja um evento agradável e co muito charme!

Fontes: Casa & Jardim e O Nosso Casamento

Autor:
Categorias Decoração, Destaque, Dicas

Saiba como agir em 20 situações duvidosas à mesa – parte 1/4

Você sabe como agir se aparecer um fio de cabelo na comida?

A primeira impressão é a que fica! Esse ditado é antigo e perfeito para determinadas situações da vida. Imagine-se em um restaurante e após aguardar, ansiosamente, pelo seu pedido, na primeira garfada, você arregala os olhos e vê um fio de cabelo no meio da comida.


Hummm.. que nojo! É a primeira coisa que vem à cabeça, a segunda é chamar o responsável pelo estabelecimento.

Realmente é uma situação constrangedora, pois um fio de cabelo pode carregar uma quantidade enorme de bactérias, além de demonstrar um descaso com a higiene da cozinha.
1. Mas como agir nessa situação?

Em primeiro lugar, não grite, seja discreto e peça para trocar o prato. Mas caso, esteja na casa de um amigo, apenas retire o fio de cabelo e continue a comer como se nada tivesse acontecido.
2. E se eu experimentar um alimento e não gostar?

Situações como essa são comuns, mas como agir se, por exemplo, experimentar um alimento e não gostar. Neste caso, não há muito que fazer, você terá que engolir. Só as crianças têm o direito de “cuspir” se não gostou. Em último caso, se for uma espinha ou caroço, você retira com o talher e deixe na lateral do prato.

3.Como faço para recusar um prato que não gosto ou tenho alergia?

Imagine você em um almoço na casa de um familiar, amigo que você não quer desagradar, porém ele (a) preparou exatamente aquilo que você é alérgica ou lhe faz muito mal. O que fazer? Neste caso, o jeito é recusar se, realmente, não puder nem experimentar um pouquinho da comida. Se não for por questões de saúde e estiver na casa de uma pessoa não tão próxima, é recomendável comer uma pequena quantidade, apenas para não desagradar e parecer desfeita ao anfitrião.

4.Quando é correto comer com as mãos?

Em refeições que se usam as mãos para comer, por exemplo, carne com ossos nas extremidades e ostras, lembre-se que é muito elegante acompanhar lavanda para os convidados higienizarem as mãos.
5.  Se coloco a comida na boca e encontro uma espinha, caroço ou outro item que não dá para engolir, o que fazer?

Muito falam que o comportamento à mesa é questão de bom senso, mas muitas vezes, o bom senso não é o certo. O truque é: quando levar algo com as mãos na boca, do mesmo modo poderá retirá-la com as suas mãos. Exemplo: uma fruta com um caroço. Se levou o alimento à boca com os garfos, será com ele que irá retirá-lo, se porventura vier a encontrar uma cartilagem ou nervo de carne. Não esqueça que esses gestos são sempre protegidos com a mão para que os outros ao lado não notem. Já a espinha de peixe é uma exceção, ela poderá ser tirada com as mãos.

Lembre-se que, ao retirar da boca um caroço, cartilagem, espinha, eles serão deixados em um cantinho do prato em que se come. Nunca deixe no sous-plat, nem no pratinho que está vazio no centro da mesa. É gafe na certa!

Fonte: Lucineide Medeiros

Autor:
Categorias Dicas, Etiqueta

A história do Vinho na Grécia

Onde surgiu o vinho? Como era o seu sabor?
O vinho surgiu na costa do Mediterrâneo e faz parte da cultura e da economia grega

Quando falamos em mitologia, lembramos de Dionísio, filho de Zeus, deus das belas artes, do teatro e do vinho, momento em que a bebida fora mais apreciada e cultuada por todas as classes sociais, especialmente, nas tradições festivas.

a historia do vinho na grecia

Marselha (França) foi fundada pelos gregos quando iniciaram o comércio do vinho com os nativos. Momento em que já havia difundido as plantações de uva nas regiões da Europa, tais como: Itália, Sicília e península Ibérica

Naquela época, o vinho era feito com água do mar e com um xarope muito espesso e escuro, o qual deveria ser coado e dissolvido com água quente. Mas na opinião de Homero, o vinho era delicado e suave ao paladar contemporâneo, como afirma o historiador e enólogo Hugh Johnson – autor do livro A História do Vinho.

Fonte: Wikipedia

Autor:
Categorias Dicas

3 Sugestões de Cardápio para o seu Coquetel

O coquetel é um evento prático e econômico para situações festivas ou de negócios. Caracteriza-se por sua média duração, ou seja, nunca mais de 3 horas, pois os convidados estarão sendo atendidos em pé. Mas isso não quer dizer que o serviço será realizado sem o cuidado devido ou sem a sua formalidade peculiar. O serviço deverá ser impecável, com qualidade e variedade no cardápio que será equiparado a qualquer jantar ou banquete.

Para realizar um bom coquetel é interessante ter várias opções para o cliente.

Podem ser servidos os canapés quentes e frios, peças de frios cortadas, algumas mesas com caviar, queijo brie com damasco, etc. A mini pâtisserie francesa e os petit fours são uma excelente idéia, mas só indicados se não forem servidos pratos quentes posteriormente.

Aqui vão algumas boas sugestões para um delicioso coquetel:

Opção 1: musse de roquefort, patê de fígado com geléia de amora, pontas de aspargos, empadinhas de queijo e pastéis de bacalhau.

Opção 2: fatias de peito de peru com ameixa, damasco com brie, cubinhos de rabanete com manga chutney, lâminas de salmão defumado com molho iogurte, folhado quatro queijos, barquete recheada com musse de camarão.

Opção 3: presunto italiano, canapés de tomate com ovo, caviar com torradas, salmão defumado, miniquiche, vol-au-vent de musse de peixe, ameixa com bacon, croquetes de camarão, folhado de funghi.

Autor:
Categorias Dicas

5 idéias de casamento ao ar livre a noite

Já imaginou fazer seu casamento ao ar livre em uma linda noite de primavera ou verão?
O sol se pondo e a noite chegando, a brisa do campo, o clima ameno somado a beleza da natureza ainda mais valorizada pela imuninação. Todos envolvidos em um clima de romantismo e pura magia…

 

Autor:
Categorias Decoração, Dicas

4 idéias de casamento na praia

Para quem vive em uma região litorânea ou é apaixonado pelo mar, aqui vão 4 boas dicas de cerimonial de casamento!

Pequena, elegânte e cheio de magia!

Autor:
Categorias Decoração, Dicas

10 idéias de cerimonial de casamento ao ar livre

Existem diversas razões por se optar por um casamento ao ar livre. Além de quebrar  a formalidade dos proclames e ser charmoso, ele se enguadra a diversos tipos de união,  celebrando o elace com ainda mais romantismo e emoção.

Selecionamos 10 idéias de cerimonial no campo. Seja em um pequeno sitio, chácara ou fazenda, onde você poderá realizar tanto o cerimonial de casamento quanto a festa. Seus convidados irão adorar!

 

Autor:
Categorias Decoração, Dicas

A história do Vinho em Roma

Fundada em 753 a.C., Roma era inicialmente uma vila de pastores e agricultores. A partir do século VI a.C., começou a se expandir e, já em 146 a.C., a península Itálica, o Mediterrâneo e a Grécia estavam anexados ao seu território.

Os vinhedos eram cultivados em áreas interioranas e regiões conquistadas. Os romanos levavam o vinho quase como uma “demarcação de território”, uma forma de impor seus costumes e sua cultura nas áreas que conquistavam. Dessa forma, o vinho terminou virando a bebida dos legionários, dos gladiadores, das tabernas enfurnadas de soldados. Junto com os romanos, os vinhedos chegaram à Grã-Bretanha, à Germânia e, por fim, à Gália ― que mais tarde viria se chamar França.

a historia do vinho em roma

Diferentemente do que se leu nas histórias de Asterix, Roma não tardou em conquistar toda a região da Gália. Sob o comando do imperador Júlio César, enfrentaram os gauleses e, seguindo pelo vale do Rhône, chegaram até Bordeaux. A disseminação das videiras pelas outras províncias gaulesas foi imediata, e pode ser considerada um dos mais importantes fatos na história do vinho. Nos séculos seguintes, cidades como Borgonha e Tréveris surgiram como centros de exportação de vinhos, que inclusive eram superiores aos importados.

A predileção da época era pelo vinho doce. Os romanos colhiam as uvas o mais tardar possível, ou adotavam um antigo método, colhendo-as imaturas e deixando-as no Sol para secar e concentrar o açúcar.

Diferente dos gregos, que armazenavam a bebida em ânforas, o processo romano de envelhecimento era moderno. O vinho era guardado em barris de madeira, o que aprimorava o sabor do vinho (o mesmo ainda é feito no cultivo das videiras ao sul da Itália e de Portugal). Ao lado do Império, o vinho atingiu o apogeu nos séculos I e II.

Na mesma época, as hordas bárbaras que atacavam Roma aumentavam, e as guerras se tornaram incessantes, fazendo declinar o Império. Sua divisão em duas partes, a Ocidental (sede em Roma) e Oriental (sede em Constantinopla) piorou o controle da situação política e econômica, defasando vários setores. O vinho importado se tornou superior, diminuindo o lucro dos vinhedos romanos e tornando a vinicultura interna cara e fraca. As inúmeras baixas do exército e a constante perda de terras fizeram o Império Romano dar seus últimos passos. Em 476, após a queda do último imperador, o Império Romano Ocidental entrou em colapso. Mas o vinho já não fazia parte de Roma. Era maior, assumira vida própria.

Fonte: Wikipedia

Autor:
Categorias Dicas

7 dicas para um coffee-break perfeito!

Para que seu coffee-break faça sucesso, é preciso cuidar de alguns detalhes que fazem toda a diferença. Confira!

7 dicas para um coffee-break perfeito

1)  Louça ou descartáveis?
Ao fazer o pedido, informar se há necessidade do serviço em porcelana ou se trata-se de uma situação informal na qual poderão ser usados os descartáveis diferenciados que estão inclusos no valor.

2)  Qual o número correto de convidados?
Convidados que aparecem na última hora podem causar constrangimentos caso a comida acabe. Se não tiver certeza do número exato, é conveniente pedir pelo menos 2 unidades a mais.

3)  Existem pessoas com restrições alimentares ou vegetarianos?
Procurar saber se entre os participantes existe algum convidado com restrição alimentar ou vegetariano. A  Gourmet se preocupa com as necessidades específicas da cada grupo e tem sempre opções sem proteína animal. É sempre bom estar atento a este tipo de detalhe e passar esta informação ao fazer o pedido.

4)  Pão de queijo no Cardápio?
Ao solicitar que se inclua “pão de queijo” no cardápio, lembre-se de que os mesmos já chegarão quase frios ao local do evento. Além disso, em ambientes com ar condicionado eles tendem a endurecer, diminuindo o aproveitamento.

5)  Coffee break em sala fechada?
Se o “coffee break” for servido dentro de uma sala onde as pessoas ficarão em reunião por várias horas, verifique quanto a necessidade de águas individuais, pois a água que está inclusa no cardápio não se presta a esta finalidade, sendo apenas uma opção de bebida a ser degustada nas pausas para o café.

6)  Café da manhã para mais de 30 pessoas?
Em um café da manhã onde o número de participantes seja superior a 30, é preferível usar uma opção de cardápio com lanches prontos. As tábuas de queijos e frios são “glamourosas” mas deixam de ser funcionais quando o número de participantes é grande.

7)  Produtos perecíveis expostos ao ar condicionado?
Lembre-se sempre de que os alimentos servidos pela Gourmet nos cafés e “coffee breaks” são, em sua maioria, produtos perecíveis (exemplo: salgados, frios, queijos e frutas). Em ambientes com ar-condicionado, a vida útil dos mesmos para consumo com segurança é de aproximadamente 3 (três) horas; em ambiente sem ar-condicionado este prazo se reduz.

Autor:
Categorias Destaque, Dicas

A historia do Vinho no Egito

O vinho tem uma importância muito grande para a nossa história, já que está intimamente ligada a economia e cultura de várias civilizações.

a historia do vinho no egito-3

Além disso, ele traz uma ligação com a cultura religiosa em sua história e cada região teve essa cultura de forma diferente. As histórias foram adaptadas de acordo com a tradição e crença de cada povo da época. Assim como, Noé, no Antigo Testamento era conhecido como quem plantou um vinhedo e produziu o primeiro vinho do mundo, também os gregos a consideravam uma dádiva dos deuses.

Os enólogos acreditam que o vinho surgiu por acaso, talvez alguém esqueceu as uvas num recipiente que passou pelo processo de fermentação. A origem é tão imprecisa que talvez tenha surgido antes da escrita. Foram encontradas na Geórgia ou no Irã graínhas de 5.000 a.C.

Logo em seguida, os egípcios registraram em pinturas o uso da bebida em celebrações. E assim seguiu a história com relatos de que se usavam vinhos pelos faraós para queimar vinhedos e oferecer aos deuses, os nobres em festas, os sacerdotes em rituais e as demais classes não tinham condições financeiras para a compra do vinho. Até hoje o vinho marca a história quando utilizado em celebrações religiosas como papel central nas eucaristias e kidush.

Conclui-se que, a partir de 2.500 a.C., os vinhos egípcios foram exportados para a Europa Mediterrânea, África e Ásia, apenas em 2.000 a.C. chegou à Grécia.

Fonte: wikipedia

 

Autor:
Categorias Dicas